domingo, 11 de janeiro de 2015

Relatos Selvagens- filme

Através de seis pequenas histórias contadas no filme "Relatos Selvagens" tive a oportunidade de assistir, não ao vivo mas a cores e na tela do cinema, um lado tão hipócrita, animal e cruel do ser humano que, em nome de seu ego e de suas frustrações, joga pra fora de si tão violentamente em cima do outro, sua fúria, egoísmo, loucura, sede de justiça, crueldade,possessividade e instinto de vingança. Sendo assim, seremos nós realmente humanos? Assista e reflita!

sábado, 10 de janeiro de 2015

O Crítico - filme

Falando em ser critico ou não, o filme em cartaz nos cinemas com esse título e tema, mostra o quanto é difícil, pra alguns, ter autocrítica! Quando a vida nos trás, finalmente ou subitamente, uma situação que é o oposto daquilo que pensamos ser, ficamos pasmos e, aí sim, nos entregamos!! Descobrimos que somos aquilo que pensamos não ser! Ah, e pode ser que o "final feliz" seja outro!

Chegadas e partidas... e retornos!

Após um longo tempo, creio eu, estou voltando a divagar! Gosto de escrever minhas ideias e questões que me acompanham... e encontro na arte do cinema, teatro e afins, esse canal de expressão! Não sou crítico de nada, nem de mim mesma às vezes, mas gosto de ousar e escrever pra dar canal a tantas divagações! Espero poder compartilhar não só palavras ou textos, mas um pouco de mim!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

QUEBRAR OSSOS! O termo te sugere alguma coisa? Existem abutres quebra ossos, assassinos quebra ossos e pessoas em busca de sua verdadeira identidade que muitas vezes se quebram pra conseguir assumir sua busca... Também existe a peça de teatro "Quebra Ossos" que fala justamente das questões acima. Um trio de atores em busca de uma identidade teatral, multiplicando personagens em cena, na busca de autenticidade, de identidade verdadeira, de esclarecimentos sobre a ficção e a realidade! Uma mistura de emoção com racionalidade, de drama com comédia. Um coquetel de risos e lágrimas! Brilhantismo na atuação do ator/personagem. Poesia, na ilusão ou verdade de poder ser o que se quer ser! Não tenha escrúpulos em se quebrar também. Quebre ossos, quebre padrões, viva a fantasia e a realidade em paralelo!
Separação. Separa a ação. Se parar, muda a ação. Hoje assisti ao filme “A Separação” e saí do cinema com muitas perguntas! A principal, com quem Termeh, a filha adolescente do casal protagonista, escolheu ficar? - me levou a questionamentos diversos sobre o tema. Com a mãe, que era o que eu esperava, ela viveria uma vida supostamente mais organizada, longe do tumulto daquela cidade, mas com o pai ela estaria mantendo a rotina, mesmo conturbada com a presença do avô doente, por quem ela demonstrava muito apego e afeto. Não vimos a decisão na tela e isso diz tudo sobre o filme! Qualquer escolha poderia ser viável já que separar cria duas ou mais possibilidades... Separar gera novas ações. Separar envolve novas pessoas. A mulher que vai trabalhar na casa do avô doente. O marido desempregado e fiel a sua crença religiosa... Durante o filme as diversas razões que motivam os quatro personagens a agir e lutar por seus direitos ou, poderia dizer, as diversas situações nas quais eles se envolvem sem querer, no auge da emoção, geram todos os conflitos da trama. Conflitos que poderiam ser justificados por quatro principais características de personalidade, segundo Jung. O tipo pensamento com suas racionalizações e explicações pra tudo (o pai); o tipo sensação com a necessidade de adaptação à realidade objetiva ( a mãe); o tipo sentimento com suas atitudes movidas pelo coração ( a empregada); o tipo intuição que age impulsivamente de acordo com suas percepções inconscientes( o marido da empregada). Assistam e tirem suas conclusões! Eu assistirei de novo, com certeza...

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O que te faz singular?

O que te faz singular?
Essa foi a pergunta que me fiz o tempo todo durante o filme de Manoel de Oliveira, ‘Singularidades de uma rapariga loura’, que mostra um rapaz apaixonado pela bela rapariga, projetando nela seus desejos e carências afetivas ao ponto de transformar toda a sua vida para poder casar-se com ela, sem perceber ao certo o que de mais singular ela tinha. Para saber, veja o filme. As imagens são lindas, o tempo te coloca “dentro do filme” e o final é surpreendente!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Cartas para Julieta!

Estou precisando mandar uma carta pra Julieta! É isso mesmo que eu escrevi! Julieta é o amor de Romeu e por causa desse amor ela sabe muito bem onde se encontra um. Eu ando em busca de um grande e verdadeiro amor! Quem é que sabe onde encontrar?
O filme “Cartas para Julieta” traz o tema tão cotidiano e tão antigo: o grande amor! Podemos ter vivido nosso grande amor por alguém que não correspondeu com a mesma intensidade! Ou podemos ter perdido esse amor e passar o resto da vida querendo reencontrá-lo! Seja de que jeito for, estar ao lado de alguém que faz nosso coração bater mais forte é estar vivendo amorosamente!